sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Igreja é Igreja. Negócios são Negócios.


Quando nós fazemos parte de um grupo, como é o caso da Igreja de Cristo, é muito comum que apareçam pessoas “interesseiras” vislumbrando a possibilidade de obter algum tipo de benesse das relações interpessoais. Por exemplo, há quem ofereça plano de saúde coletivo, planos de telefonia e internet, serviço de limpeza, descontos em salão de beleza, previdência privada, administração de recursos institucionais, compra de lotes e residências, cargos políticos etc. Estas ofertas não são ingênuas, isto é, visando favorecer o “povo de Deus”, proclamar o Evangelho, cooperar com o Reino e abençoar a sociedade. Quem oferece sempre terá um lucro pessoal. Nestas situações os principais alvos dos assédios mercantilistas são as lideranças da Igreja. Corrompendo-as com dinheiro e poder tornar-se mais fácil ao(à) vendedor(a) atingir a coletividade e seus interesses nada cristãos. Quem faz isso não é cooperador(a) com Cristo, não é parceiro(a) do Reino, não é parte da Comunidade de Jesus. Enfim, é outra coisa. É gente perigosa que só tem a intenção de enganar, manipular, roubar, destruir, explorar e matar em nome do “Senhor”. Fazem isso sorrindo, abraçando e, até mesmo, falando em línguas estranhas. Portanto, fique alerta com este pessoal. Verifique sempre se tudo o que é feito e dito está em acordo com a práxis de Jesus Cristo. Atenção: há canalhas em todos os lugares! Se você está em pé cuidado para que não caia. Igreja é Igreja. Negócios são Negócios.
 

Graça, paz e bem!

3 comentários:

Unknown disse...

Infelizmente essa é uma prática muito usual em nossas comunidades, vende-se de tudo, até vagas no céu. É muito fácil identificar esses tais interesseiros, mas o difícil é livrar-se deles. Reuniões de oração e estudo bíblico são um bom referencial para identificar alguns verdadeiros cristãos, fora é claro acompanhar a sua vida fora das paredes denominacionais.

Eduardo Silva disse...

Pura verdade. Pena que muitos se recusam aceitar que a "sua igreja" também entra nesse ramo.

Eduardo Silva disse...

Pura verdade. Pena que muitos se recusam aceitar que a "sua igreja" também entra nesse ramo.